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Relações Humanas ou Competição Velada?

Tudo é feito de pessoas para pessoas. O foco sempre são as pessoas: desenvolver um produto, aprimorar algo, investir em pesquisa, tudo isto para servir pessoas. Estamos no centro e ao mesmo tempo não estamos, e nesta corrida acabamos por atropelar a nós mesmos.

No seu negócio, mesmo com todos os investimentos em bem-estar, estrutura, processos e tecnologia, se as pessoas não se entenderem e se atenderem nada irá funcionar pois o combustível principal estará escasso.

É fato que a ansiedade está tomando conta da maioria da vida das pessoas e das empresas, com o corpo no presente em estado vegetativo e a mente no passado remoendo ou no futuro viajando sem planejamento. Isto nada mais é do que o egoísmo em sua sã pureza, pois viemos para servir o próximo, somente isto, resumindo: muita conversa para pouca atitude.

Valores como confiança, caráter estão ficando cada vez mais raros e sempre trocados em prol de um algum valor capitalista ou mesmo barganha, pois se fizer algo de bom fica-se esperando um pagamento não acordado e isto é uma péssima atitude que remete ao interesse e à troca de favores.

Nossa base, seja da vida ou das empresas estão nas relações humanas, mas não nas perfeitas relações, porque mesmo com muito conhecimento, seguir e praticar todas as regras é uma tarefa árdua. Devemos nos ater ao melhor que cada membro possui, atiçar a prática diária, pensar um pouco no tempo que passou buscando e copiar as ações e valores que deram certo.

Quando focamos em qualidade, seja em qualquer direção, é garantido que o retorno é positivo, então porque hoje não vemos o outro como parceiro de crescimento e sim como alguém em que eu posso tirar uma casquinha ou mesmo derrubar? Isto é artimanha do capitalismo, pegando como rede de pesca a maioria, nos tornando reféns de nosso próprio desejo que é sempre ilimitado, colocando sempre o outro ou outros como obstáculos, e isto vem desde a escola: ser primeiro é obrigação.

Quando elevamos a dor ou o prazer, a sensação e o sabor pra todos é a mesma, o que nos diferencia é a forma como reagimos, mas mesmo sabendo disto a maioria segue fazendo com os outros o que não gostaria que fizesse consigo mesmo. Falta empatia, esse tempero essencial de boa vivência e convivência.

Minimizar as diferenças internas, promover a soma do melhor de cada membro, incentivar o debate aberto sem ataques, colocar como objetivo macro a união, não será garantia de sucesso, mas será sim garantia de uma busca incessante e ao mesmo tempo satisfatória.

Se sempre levarmos tudo como competição, essa atitude sempre produzirá seja na vida ou nos negócios vencedores e perdedores. E sabendo que nosso foco é sempre de pessoas para pessoas, trata-se de um caso a se pensar, entendendo que cada membro é uma peça do quebra cabeça e que toda peça é essencial.

Porque não produzimos somente vencedores? Será que para um comemorar, os outros tem sempre que perder????? Será?

Bons negócios!

Obermayer Júnio

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